Em O Lobo Bonzinho e o Cheiro de Café, autora recria personagem associado ao medo infantil e conta encontro marcado por curiosidade, acolhimento e um cafezinho na fazenda de Robertinho
Um cheiro de café pode ser o começo de uma amizade inesperada. É seguindo esse aroma que o protagonista de O Lobo Bonzinho e o Cheiro de Café — Uma amizade inesperada na fazenda do Robertinho, de Izabel Mota, percorre a fazenda e chega à casa de um menino disposto a recebê-lo.
Publicado pela Marini Editora, o livro de literatura infantil brasileira coloca no centro da narrativa um lobo diferente daquele tradicionalmente associado ao medo nas histórias para crianças. Em vez de perseguir ou assustar, ele passeia entre os pés de café, sente de longe o aroma da bebida e decide descobrir de onde vem aquele cheiro.
A ideia que deu origem ao personagem também está relacionada a uma lembrança da infância da autora. Carioca, Izabel conta em sua biografia que cresceu com medo do “lobo mau” e mais tarde transformou essa antiga apreensão em inspiração para criar outro tipo de personagem. A origem da ideia é resumida pela pergunta: “E se o lobo fosse bonzinho, amigo e também gostasse de café?”
Lançamento no Rio de Janeiro
O Lobo Bonzinho e o Cheiro de Café terá lançamento no dia 17 de outubro de 2026, às 16h, na Livraria da Travessa, em Ipanema, no Rio de Janeiro.
O encontro será uma oportunidade para os leitores conhecerem a obra de Izabel Mota, que transforma uma lembrança de infância ligada ao medo do “lobo mau” em uma história de curiosidade, acolhimento e amizade, tendo o cheiro do café como fio condutor da narrativa.
Lançamento
Livro: O Lobo Bonzinho e o Cheiro de Café
Autora: Izabel Mota
Data: 17 de outubro de 2026
Horário: 16h
Local: Livraria da Travessa — Ipanema
Cidade: Rio de Janeiro
Um lobo que prefere café ao medo
A história começa apresentando o Lobo Bonzinho como morador da fazenda de Robertinho. Ele costuma caminhar entre os pés de café e possui um olfato bastante apurado.
Certo dia, sente de longe o cheiro de café e começa a procurar sua origem. Ao avistar a casa de Robertinho, decide ir até lá.
A aproximação é simples. O lobo bate à porta e se apresenta ao menino. Robertinho, surpreso com a visita, pergunta o que ele deseja. A resposta ajuda a estabelecer o tom da narrativa:
“Eu só quero entrar e tomar um cafezinho.”
A partir daí, o encontro que poderia provocar medo ganha outro significado.
A porta que se abre para a amizade
Robertinho é apresentado como um menino muito educado. Em vez de rejeitar o visitante por ser um lobo, abre a porta e o convida para entrar.
Os dois se sentam à mesa e fazem um lanche juntos. Além do café, Robertinho oferece um pedaço de bolo ao novo visitante. O lobo agradece e deixa a casa feliz, saltitando e cantando pela fazenda.
A simplicidade do episódio sustenta uma das ideias centrais do livro: a possibilidade de olhar de outra maneira para aquilo que inicialmente poderia despertar receio. É a receptividade de Robertinho que permite transformar a visita inesperada em um momento de convivência.
Uma nova versão de um personagem conhecido
A literatura infantil possui uma longa tradição de personagens associados ao medo, e o lobo é um dos mais conhecidos. Em O Lobo Bonzinho e o Cheiro de Café, Izabel Mota parte justamente dessa referência para imaginar uma figura diferente.
Seu personagem gosta de café e bolo, vive em uma fazenda e procura aproximação em vez de conflito.
A própria dedicatória resume parte dessa intenção. Izabel deseja que as crianças sejam curiosas, gentis e cheias de histórias para contar e que descubram “que até o lobo pode ser bonzinho quando a gente olha com carinho”.
A proposta aproxima fantasia e cotidiano. A fazenda, os pés de café, a casa, a mesa e o lanche constroem o ambiente para o encontro entre Robertinho e seu visitante.
O café conduz a história
O café não aparece apenas no título. Ele é o elemento que conduz o lobo até a casa de Robertinho e desencadeia o encontro entre os personagens.
O cheiro que percorre a fazenda desperta a curiosidade do protagonista e o leva a procurar sua origem. Seu gosto por café e bolo acrescenta ainda ao personagem uma característica familiar ao cotidiano retratado na história.
Depois do lanche, o próprio lobo transforma essa preferência em uma pequena canção:
“Eu sou um lobo bom, lobo bom, lobo bonzinho. Eu gosto de bolinho e de cafezinho.”
E completa:
“Eu vivo na fazenda do Robertinho!”
Uma história sobre olhar de outro jeito
A ficha catalográfica classifica a obra como literatura infantil brasileira e registra entre seus assuntos Amizade, Lobos, Fazendas e Café.
Os quatro elementos aparecem diretamente na construção da narrativa. A amizade nasce de um encontro provocado pela curiosidade do lobo diante do cheiro do café. O animal, tradicionalmente associado ao perigo em outras histórias, assume aqui outra função. A fazenda constitui o cenário, enquanto o café coloca o personagem a caminho da casa de Robertinho.
Sem recorrer a uma aventura complexa, Izabel Mota constrói uma narrativa curta em que curiosidade, gentileza e acolhimento conduzem a aproximação entre os personagens.
Do medo de infância nasceu o Lobo Bonzinho
Izabel Mota é carioca, nasceu em 22 de junho de 1984, trabalha como babá e é apaixonada por café.
O material biográfico do livro conta que sua infância foi marcada pelo medo do “lobo mau”. Anos depois, essa lembrança serviu de ponto de partida para imaginar uma versão diferente do personagem.
A biografia apresenta o Lobo Bonzinho como um novo tipo de herói e relaciona sua criação também à ligação de Izabel com as crianças e com a cultura carioca.
O Lobo Bonzinho e o Cheiro de Café transforma, assim, uma antiga referência de medo em uma história sobre aproximação. A obra parte de uma pergunta simples — e se o lobo fosse amigo? — para construir um encontro em que a curiosidade leva à descoberta e uma porta aberta dá início à convivência.
Ilustrações acompanham a narrativa
As ilustrações são assinadas por Isabel Febronio, jovem ilustradora de São Paulo que iniciou sua carreira como artista digital durante a pandemia.
Ela já ilustrou mais de 20 obras e atua como ilustradora para diferentes editoras. Seu trabalho acompanha visualmente o percurso do Lobo Bonzinho pela fazenda, o encontro com Robertinho e o lanche que aproxima os dois personagens.
Fala do editor
“Um dos encantos da literatura infantil está justamente na possibilidade de apresentar às crianças outros olhares sobre personagens que atravessam gerações. Izabel Mota faz isso de maneira simples e afetiva: transforma o tradicional ‘lobo mau’ em um personagem gentil, curioso e aberto à amizade. É uma história que fala de acolhimento e mostra como a imaginação pode ressignificar até os medos que carregamos desde a infância.”
Wilson Marini
Editor
Sobre a autora
Izabel Mota é carioca, nasceu em 22 de junho de 1984, trabalha como babá e é apaixonada por café. Sua experiência de infância com o medo do “lobo mau” serviu de ponto de partida para a criação do personagem que protagoniza O Lobo Bonzinho e o Cheiro de Café. A apresentação da autora também destaca sua ligação com as crianças e com a cultura carioca.
Ficha Técnica
Título: O Lobo Bonzinho e o Cheiro de Café
Subtítulo: Uma amizade inesperada na fazenda do Robertinho
Autora: Izabel Mota
Editora: Marini Editora
Ano: 2026
Formato: 20 × 20 cm
Páginas: 32
ISBN: 978-65-83871-87-9
Diagramação: Cris Spezzaferro
Revisão: Cláudio Amaral
Ilustrações: Isabel Febronio
Preparação de Design: Karine Akina Kogati
Assistência de Produção: Beatriz Lumi
Registro Autoral: Artesam
Atendimento aos Autores: Julio Quixaba
Produção Editorial e Gráfica: Marini Editora
Direção Geral: Wilson Marini

Sobre a Marini Editora
A MARINI EDITORA transforma ideias em obras que geram manifestações de autoconhecimento, cultura e inspiração. Com atuação nacional, publica livros de autores iniciantes e experientes, valorizando projetos singulares em diversas áreas do saber.
📧 Contato: editora@marinisolucoes.com.br
🌐 Site da Marini Editora
📰 Blog da Marini Editora
📷 Instagram @marini.wilson
📱 WhatsApp — Atendimento a Autores: (11) 98457-4564




